Tudo sobre bancos

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Tudo sobre bancos

O Mundo do Dinheiro Sempre foi difícil perceber a linguagem do dinheiro, a maneira como este se movimenta e nos afecta.
Mas nos dias que correm e com a questão da crise mundial que vivemos mais difícil é perceber como funciona o mundo do dinheiro.

A verdade é que não vivemos sem ele, aliás, vivemos em função dele.

E, como tal, devemos estar bem informados. Muitas vezes temos as coisas e não sabemos que as temos ou para o que servem.
O certo é que nos dias de hoje quase toda a gente tem conta bancária, ou seja, conta corrente.

A conta corrente é fornecida pelo banco e permite-nos fazer depósitos (em dinheiro ou cheque), receber o salário, pagar as contas (telefone, gás, …), tudo de uma forma mais simples.

Existem 3 tipos de contas correntes no Brasil:

– Conta de depósito à vista (conta corrente);
– Conta poupança;
– Conta registro (conta salário)
A conta corrente oferece-nos sempre um cartão de débito que nos permite usar o nosso dinheiro real de uma forma electrónica e também, para quem quer, um cartão de crédito.

Este último é mais complexo, é igualmente usado como forma de pagamento mas é como um empréstimo a curto prazo. Isto é, o banco dá ao seu cliente um montante limitado que este pode usar sendo que ao atingi-lo deixa de conseguir fazer pagamentos.

O valor utilizado é pago posteriormente (no mês seguinte, por exemplo) mediante a cobrança de juros.
Actualmente o cartão de crédito está na moda, e se por um lado facilita certas coisas, porque nos ajuda em alturas que já gastámos o nosso salário, na maior parte das vezes prejudica-nos porque vamos usando dinheiro que não é realmente nosso e criamos dividas com o banco.

Só no fim de 2006 já existiam no Brasil 80 milhões de cartões de crédito e 190 milhões de cartões de débito.
Mas mais complicado é a questão dos empréstimos e do financiamento bancário.

Enquanto um empréstimo serve, por exemplo, para comprarmos uma casa, como não temos o dinheiro suficiente, o banco empresta-nos e contraímos uma divida que iremos pagar a prestações durante um período de tempo e com taxas de juro, o financiamento está relacionado com investimento.

A instituição financeira fornece os recursos à entidade financiada para que esta efectue algum investimento específico anteriormente determinado.
Ao contrário do empréstimo, os recursos do financiamento precisam de ser investidos como acordados em contrato, podendo a financiadora cobrar ou não juros sobre o valor financiado ou até mesmo não cobrar o valor financiado (financiamentos não-reembolsáveis).
O certo é que fazer um empréstimo, conseguir um financiamento ou investir é cada vez mais difícil.

Bancos brasil

O Investimento consiste na aplicação de recurso (dinheiro ou títulos) com o intuito de receber retorno no futuro, superior ao aplicado compensando inclusivamente a perda de uso desse recurso durante o período de aplicação (juros ou lucros, em geral a longo prazo).

É importante pensarmos no nosso futuro e no empreendimento que fazemos para que possamos ter um retorno positivo.

E se antigamente se poupava dinheiro, o chamado pé-de-meia, presentemente a palavra de ordem é investir e ter lucro, fazer crescer o nosso dinheiro, seja através da previdência, dos consórcios ou da capitalização.
No que diz respeito à previdência, esta resume-se a um sistema que acumula recursos que no futuro se traduzem numa renda mensal, sobretudo quando se quer deixar de trabalhar. Se anteriormente era vista como uma poupança extra, além da previdência oficial, hoje tem uma dimensão maior, é uma forma de garantir um rendimento razoável no final da vida profissional visto que os benefícios do governo são cada vez menores.

É como um seguro (existem três tipo de seguro: Seguro pessoal; Seguro de bens e Seguro de responsabilidade. Sempre que fazemos um empréstimo ou um financiamento precisamos de um seguro.
Em relação à capitalização, podemos caracterizá-la como uma modalidade securitária.

O valor depositado mensalmente pelo capitalizado pode ser, em parte, auferido no final do plano. Os planos permitem ao capitalizado o direito de participar em sorteios, geralmente de dinheiro.

A capitalização e os títulos de capitalização não devem ser vistos como aplicações financeiras ou poupanças visto não se tratarem nem de uma renda fixa, nem como de risco dado que o capitalizado tendencialmente não perder a totalidade do valor que despendeu.

No caso dos consórcios, como o nome indica são associações, trata-se de um sistema que permite que um grupo de pessoas/empresas se unam com o mesmo interesse para a compra de bens ou serviços. É uma forma de empresas da mesma área partilharem o investimento fundamental para a realização de grandes projectos.

Basicamente, existe um período definido em que o grupo financia e entrega determinados bens para um conjunto de consorciados através de duas formas: o sorteio e o lance.
O sorteio é aleatório e um dos associados é contemplado; no lance os consorciados comunicam quantias a pagar para conseguirem o crédito e o que conseguir oferecer a maior quantia ganha o crédito para a compra do bem.

Note-se que uma vez contemplado, por um meio ou pelo outro, o consorciado não volta a ter direito a novas contemplações no mesmo grupo. Em suma, existem mil e uma coisas à volta do dinheiro, as quais desconhecemos por falta de informação mas que nos podem ser muito úteis.

Posto isto há que ter conhecimento para poder pensar no futuro e criar as melhores soluções para rentabilizar no nosso dinheiro.